Horários dos Passeios da Maria Fumaça

O passeio sai apenas de final de semana da estação Anhumas (em Campinas) e também de Jaguariúna

Sábados (em Anhumas)

10h10 - Anhumas - Jaguariúna - Anhumas (3h30 min. de duração percurso completo)

15h - Anhumas - Tanquinho - Anhumas (1h30 min. de duração meio percurso)

Domingos (em Anhumas)

10h10 - Anhumas - Jaguariúna - Anhumas (3h30 min. de duração percurso completo)

14h30 - Anhumas - Jaguariúna - Anhumas (3h30 min. de duração percurso completo)

16h30 - Anhumas - Tanquinho - Anhumas (1h30 min. de duração meio percurso)

Sábados (em Jaguariúna)

15h - Jaguariúna - Tanquinho - Jaguariúna (1h30 min. de duração meio percurso)

Domingos (em Jaguariúna)

10h - Jaguariúna - Tanquinho - Jaguariúna (1h30 min. de duração meio percurso)

12h30 - Jaguariúna - Anhumas - Jaguariúna (3h30 min. de duração percurso completo)

14h - Jaguariúna - Tanquinho - Jaguariúna (1h30 min. de duração meio percurso)

* Durante a semana os passeios são reservados para escolas e outras entidades educacionais.

Atenção: chegue com antecedência de uns 40 minutos na estação, pois eles preparam os vagões de acordo com o numero de passageiros. Os passeios são de ida e volta. Na estação Anhumas tem lugar para deixar os carros com segurança.

Ingressos: R$ 60,00 (até Jaguariúna) e R$ 40,00 (até Tanquinho). Crianças até 5 anos não pagam. Crianças de 5 a 12 anos pagam meia-entrada.

Para maiores informações ligue para a estação: + 55 19 3207-3637

ou pelo e-mail abpfcps@terra.com.br

Como chegar

Saindo de São Paulo: seguir pela Via Anhanguera em direção a Campinas até o anel viário que liga a Rodovia Dom Pedro I, depois siga a Dom Petro I até próximo ao Carrefour (que esta do lado direito da estrada) onde você deve entrar e seguir a rua ao lado direito do Carrefour mais uns 300 metros até chegar na estação Anhumas.

Pra quem vem do interior ao norte de Campinas: seguir também pela Via Anhanguera e pegar a Rod. Dom Pedro entrar no Carrefour andar mais 300 metros e chegar na estação Anhumas.

Também trabalhamos com festas de aniversário.

Interior de Carro de Passageiro

Uma opção para os Agentes de Turísmo, Propaganda e Escolas.

Boa opção de passeio, a Maria Fumaça de Campinas é um dos poucos passeios de Trem Maria Fumaça que restam no Brasil.

Um ótimo passeio para a família, desde as crianças até os mais velhos para recordarem os tempos dos trens movidos à vapor.

Com locomotivas bem conservadas onde os trilhos passam por fazendas centenárias de café e monitores treinados que explicam seu funcionamento. A Maria Fumaça de Campinas já serviu inúmeras vezes de cenário para novelas e filmes de época, tanto nacionais como internacionais. Na entrada da estação é possível ver fotos dos artistas que participaram das filmagens.

 

Trem Maria Fumaça de Campinas - ABPF

Monitores treinados explicam a alunos de escola sobre o café em uma fezenda centenaria.

Estação Anhumas V.C.F.J.

Rua Dr. Antonio Duarte da Conceição, 1.500

CEP 13.091-606 - Campinas - SP

Fone: [55 19] 3207-3637

e-mail: abpfcps@terra.com.br

A.B.P.F.

A Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (A.B.P.F.), entidade sem fins lucrativos, de caráter cultural e recreativo, apresenta a Viação Férrea Campinas - Jaguariúna (V.F.C.J.), onde locomotivas de quase um século, telefones centenários e carros de madeira dão vida a esta ferrovia de 128 anos.

Os 24 quilômetros que a maria-fumaça percorre é remanescente da ferrovia que ligava os estados de São Paulo e Minas Gerais, a Companhia Mogiana de Estrada de Ferro, fundada em 1872 e desativada em 1971. Originalmente tinha 1.992 quilômetros entre Campinas e a mineira Araguari, por onde passaram passageiros e cargas dois estados.

Atualmente o trecho remanescente é dedicado ao turismo, o trem que trafega a uma velocidade média de 40 quilômetros por hora passa por fazendas centenárias de café e recebe passageiros de várias partes do país e exterior. o trecho é tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Artístico e Cultural de Campinas (Condepacc).

A ABPF mantem o funcionamento da maria-fumaça apenas com os recursos dos cinco passeios turísticos nos finais de semana, e eventualmente de empresas colaboradoras.

Locomotiva 215

Locomotiva 215 - BALDWIN - 1912 - tipo 4-6-0 - Ten Wheel - Pertenceu a ex. RMV

Foi a primeira locomotiva recuperada pela A.B.P.F. em 1983.

 

Locomotiva 505

Locomotiva 505 - Mikado 2.8.2 - L.SCHWARTZKOPFF 1927

 

Locomotiva 222 Locomotiva 338

 

Locomotiva 604

Locomotiva 604 - TEN WHEELS - 4.6.0 - BALDWIN - 1895
Composição Cia. Paulista de Estradas de Ferro

Curiosidades

As primeiras locomotivas a vapor datam do período entre os anos de 1813 a 1820, foram utilizadas pelas minas carvão da inglaterra. James Watt é considerado o pai do motor a vapor.

No ano de 1825, entre Darlington e Stocjton, Inglaterra, foi inaugurada a primeira ferrovia pública. Inicialmente os trens eram semelhantes as dilhigências tracionadas por cavalos, mas rapidamente as locomotivas foram se aperfeiçoando e adquirindo uma forma mais moderna e consequentemente aumentando sua potência.

Baronesa

Baronesa, essa foi o nome da primeira locomotiva brasileira, e no ano de 1875 na cidade de Campinas foi inaugurada a Companhia Mogiana de Estrada de Ferrom onde os fazendeiros locais trouxeram Maria Fumaça para escoar a produção de Café para ser exportado no porto de Santos.

 

Estações

Estação Anhumas

Esta estação primitiva do século XIX localizava-se na fazenda de mesmo nome - referência a uma ave pantaneira, que entre os meses de agosto e outubro migrada para o Estado de São Paulo e norte do Paraná, fazendo pouso na fazenda. No pátio local existiam 3 linhas e um desvio para embarcar gado, por estar próximo da fazenda São Quirino, que além do café teve também o gado leiteiro na sua atividade econônima.

Com a retificação de 1919 o prédio que era localizado 200 metros no atual sentido a Guanabara, foi desativado e depois demolido. No mesmo ano foi inaugurada a Estação retificada. Hoje o local é oponto inicial de operação da Maria Fumaça de Campinas.

 

Estação Pedro Américo

Seu nome é referência a um dos primeiros donos da fazende São Vicente, e a estação foi construída em frente a um talude (paredão). Continha duas linhas de carga e um desvio. Também existiam as casas do: telegrafista, do portador, do feitor e de turma da soca, caracterizando uma estação para o escoamento do Café.

Originalmente a estação chamava-se Gety e ficava localizada no outro lado da colina de onde hoje é a atual Estação Pedro Américo, após a retificação o prédio ficou fora do novo traçado ocasionando seu fechamento como estação - posteriormente o teve o pédio demolido. O novo prédio foi inaugurado em 12/10/1926.

 

Estação Tanquinho

A Estação teve como característica ser a única a ter uma linha destinada a lavagem dos vagões que transportavam animais, duas linhas para embarque de café, além de um desvio com plataforma para embarque e desemparque de gado.

O nome provavelmente é originário pelo fato de lá ter dois tanques d'água que existiam antes da ferrovia, local onde os cavalos bebiam água para descansar e seguir o "caminho do Gauaiases" na primeira metade do século XIX.

O prédio atual foi inaugurado na área retificada em 12/10/;1926, localizado na fazenda Santa Maria, ainda é possível ver o trecho da linha anterior e resquícios da primeira estação.

 

Estação Desembargador Furtado

Nome faz referência a um dos antigos proprietários da Fazenda Duas Pontes. A estação foi construída por conta das sugestões do Desembargador junto a Companhia Mogyana. A fazenda chegou a ser uma das maiores produtoras de café de Campinas. Segundo registros nesta estação o volume de embarque do café era correpondente ao total da demais estações da Mogyano no trecho campineiro.

A Companhia Mogyana de Estradas de Ferro mantinha uma colônia de ferroviários que trabalhavam na manutenção do trecho e na construção da ponte sobre o Rio Atibaia. Nas imediações do pátio ferroviário foi construída na fazendo a primeira escola de Siricultura do país, com visitas na aplicação da tecnologia no tratamento do algodão, produto também produzindo pela fazenda.

A estação original foi demolida na década de 20 no processo de retificação do traçado da linha férrea, no lugar foi construído o novo prédio seguindo um padrão adotado pela ferrovia. Um aterro, que pode ser visto na saída da atual estação sentido Carlos Gomes, junto com a cabeceira de um pontilhão é parte remanescente do trecho antigo.

A Estação foi inaugurada em 12/10/1926, no mesmo dia que as outras Pedro Américo e Tanquinho.

 

Estação Carlos Gomes

A Estação é a ultima localizada em Campinas, para quem deixasse o munícipio ou a primeira para quem chegasse. O nome foi uma homenagem da "Companhia Mogyana" ao maestro/ compositor campineiro de música clássica Carlos Gomes. Seu pátio era equipado com 4 linhas, sendo estas para embarque do café, em uma plataforma de embarque para pedras e gado.

No período anterior a retificação esta parada situava-se junto a fazenda Santa Rita do Mato Dentro, onde originou-se o povoado hoje conhecido como bairro do Carlos Gomes Velho. Com a retificação e o deslocamento da linha, repetiu-se o assentamento de famílias junto a estação, formando-se o bairro de Carlos Gomes Novo. Nesta Estação situam-se as oficinas de restauro da "Maria-Fumaça" de Campinas. Data da inauguração da estação nova foi em 18/11/1929.

Estação Anhumas V.C.F.J.

Rua Dr. Antonio Duarte da Conceição, 1.500

CEP 13.091-606 - Campinas - SP

Fone: [55 19] 3207-3637

e-mail: abpfcps@terra.com.br

 


Réplica exata da Caravela Anunciação na Lagoa do Parque Taquaral

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